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Não tarda, está aí

por neves, aj, em 31.12.07

... e mesmo que não haja uma garrafita borbulhante de Murganheira para fazer o tradicional pum, não deixe o estimado leitor de assinar aquele mágico intervalo em que o velho último segundo se vai e o primeiro do Novo Ano aparece: abrace e beije quem lhe estiver mais à mão desejando-lhe um Feliz 2008 e nem se intimide se for a sogra porque afinal até é ela que mais nos apaparica, que prepara as comidinhas gostosas e até atura os rebentos... não é ela também mãe dos nossos filhos?

Tudo de bom para vós neste 2008 quase a nascer e que terá a particularidade de nos oferecer mais um dia de vida, em Fevereiro. Nervosos e em ansiedade, fumando e errando pela sala de espera da imaginação, resta esclarecer que esta incursão a outros tempos, ao tempo das avós (em imperativa homenagem, tardia mas sempre a tempo) se prende com outro parto, este bem mais difícil e que temos em mãos: a de um esparregado que teima em não querer ser tão saboroso e nem famoso quanto o da avó da filha.

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publicado às 06:31

Grandes cães

por neves, aj, em 29.12.07

Ao contrário do que se possa pensar a  maior parte das vezes são sinónimo de afabilidade e meiguice, pecando talvez por não saberem controlar lá muito bem a força que possuem, mas como não são racionais merecem ser desculpados e antes responsabilizar os seus educadores/tratadores pelos erros cometidos.
O da direita está prestes a ser avaliado em concurso e adora passear de automóvel com a cabeça de fora, segundo diz a proprietária que pelos vistos pode estar bem sossegada da vida quanto a tentativas de aproximações menos correctas da parte de estranhos e se marido houver que se cuide também. Vive nos EUA e porta nome apropriado...Bentley.
Quanto ao da esquerda, aparentemente mais pachorrento, não sabemos a sua nacionalidade ou residência e nem o que faz por ali. Passeando, talvez. A informação que nos chegou via e-mail é que é da raça English Mastiff e que dá pelo nome deHércules, não focando nós mais nada já que o nome fala por si.

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clicar em cada uma das fotos

Agora a questão que se coloca, quiçá desafio, é adivinharmos qual deles é realmente o maior. O grande. O Kan. Se o Hércules se o Bentley. Como sugestão aconselhamos clicar em primeiro lugar na foto do americano e só depois fazer a visitinha ao Hércules.

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publicado às 06:52

Esta Língua que nos enleia

por neves, aj, em 29.12.07

:: Qual será o feminino de peixe-boi? [clicar numa das alternativas]

peixe-vaca

peixe-boi fêmea

peixe-mulher

peixe-bezerro

:: Embora talvez outras situações possam haver qual será o maior número conhecido de vogais consecutivas numa palavra da Língua Portuguesa? [clicar numa das alternativas e procurar na letra P]

2 3 4 5

:: A função do apóstrofo: a querealmente é e aquela outra na perspectiva de alguém muito distraído

:: Redacção ou composição de uma aluna da cadeira de Gramática na Faculdade de Letras

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publicado às 06:39

Milagre de Natal

por neves, aj, em 27.12.07

CLICARApós a leitura deste primeiro parágrafo o título até poderá parecer completamente descabido, já que de Natal nada tem porque o acontecimento se passou em Abril e milagre também não pode ser considerado já que a Medicina o explica facilmente e, apoiada pelas modernas técnicas actuais,  permite a separação de dois irmãos (gémeos) que por um pequeno embaraço na embriogénese vieram ao mundo ligados literal e umbilicalmente, não implicando necessariamente que fosse pela região umbilical.
No entanto se atentarmos bem na enorme felicidade estampada no sorriso orelha a orelha da mãe das duas meninas gémeas ex-xifópagas então sim estamos completamente convencidos que para ela é um milagre, o maior dos milagres talvez, e para si será Milagre de Natal porque pela primeira vez poderá ver cada uma das filhas ir buscar o presente à Árvore de forma independente. Cremos ainda que a sua Fé já lho tinha dito se atentarmos no reconhecimento patenteado nos nomes escolhidos para as meninas: (Vitória) Aparecida e (Mariana de) Fátima.
Felicidades para as três.

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publicado às 08:24

Porque é Natal...

por neves, aj, em 27.12.07

(será sempre e quando o quisermos)

PhotobucketPorque é Natal, o moleque teria recebido como presente uma árvore. Corre entusiasmado provavelmente para casa onde muito provavelmente ela ficará tão nua de ornamentos quanto o seu estômago já que estamos em plena África em região onde a fome grassa.
Diz-nos a foto em legenda que é uma rua ou avenida de Harare, capital do Zimbabwe, um país que já fez parte da Rodésia, uma antiga colónia britânica rica em ouro e reivindicada por Portugal, mas que o célebre ultimato inglês nos fez recuar provocando no entanto uma onda de revolta e sentimento anti-britânico (contra os bretões, marchar marchar) que deu força ao movimento republicano que nesta altura (1890) já andava na forja e que eclodiu em 1910, 5 de Outubro.
Ao menino enviamos o agradecimento por nos ter permitido fazer história e também o desejo de que nos tivéssemos equivocado na análise inicial muito esperançados que mesmo com árvore nua o seu estômago tenha recebido agasalho suficiente para viver o Natal.

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publicado às 06:56

Calendário 2008

por neves, aj, em 25.12.07

 

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cálculo Carnaval,
Páscoa, Corpus Christi

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publicado às 07:05

Ainda a tempo

por neves, aj, em 24.12.07

Bem a tempo porque afinal é Natal e tudo é desculpável.
Diz que se chama Blitzen e que tem sete anos. É nem mais nem menos que a rena encarregada de distribuir os presentes que temos alojados no nosso esnips... façam favor de se servir.

POSTAL MUSICAL I
POSTAL MUSICAL II
POSTAL VOZ DO SEVEN
ILUMINAÇÃO EM RITMO DE ROCK
A ÁRVORE NA CIDADE DO PORTO

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publicado às 07:48

Muro de Berlém

por neves, aj, em 24.12.07

Rezam os pergaminhos que tudo teria começado há dois mil e tal anos em Belém naCisjordânia, território palestiniano/palestino ocupado actualmente por Israel.

CLICAR

Aqui vemos a hitórica Belém [clicar na imagem] cada vez mais dividida e murada agora também por um muro físico de betão ou concreto que apropriadamente deveria passar a ser chamado de Muro de Berlém.

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publicado às 07:46

Cérebro de galinha

por neves, aj, em 18.12.07

Photo Sharing and Video Hosting at PhotobucketO cérebro de galinha é célebre. Não pelo seu desenvolvimento, claro. Dizem que não chega a ser do tamanho de uma ervilha e atendendo à fama de que goza até acreditamos que, para a galinha, sê-lo ou não desse tamanho ou mesmo tê-lo ou não ter não será propriamente questão.
Sendo assim e se a galinha é assim tão estúpida, com autêntico cérebro de galinha, que quererá aí essa criatura de galinha ao alto? Enfiar-lhe o dedo pelos olhos adentro não será certamente. Mostrar à vasta plateia que afinal as galinhas não serão assim tão estúpidas e até conseguem ensaiar uma sequência numeral? Não acreditamos, galinha é estúpida mesmo.
Reparem bem na foto, na galinha. Ampliem com um clique e observem melhor. Não vos faz impressão o olhar tão fixo do galináceo? Não vos parece que a galinha estará mais encantada que as cobras indianas que apesar de surdas erguem a cabeça ao som da música? É mesmo isso... encantada, viajando por esse mundo afora, talvez. Quem sabe se não se estará a imaginar ave de rapina de grande porte esvoaçando pelo alto das mais elevadas montanhas e com vontade de dilacerar o dedo ao seu antagonista? Só que não pode, porque está em transe... hipnotizada.
É, é verdade. Apostamos que está. E não é tarefa tão difícil como se possa pensar, porque afinal e certamente por causa do tal cérebro de galinha, os nossos amigos de duas patas são os animais mais fáceis de hipnotizar. Diz quem sabe. E até estamos à vontade de afirmar que é pela galinha que o aprendiz da arte de colocar a dormir o parceiro tem de obrigatoriamente começar, treinar bastante com ela até dominar a técnica e só depois, muito depois, chegar ao homem. Verdade e quem tenta fazer atalho pode muito bem meter-se em grande trabalho.

Bom, mas a galinha não está aqui a provocar as vossas gustativas nem a fazer honras ao mestre professor em aula de hipnotismo lá pelo oriente, na China, ela está aqui a lançar um desafio. Desafio que julgamos não ser muito difícil, talvez custoso de começar apenas, mas não se pense que este desafio é para qualquer um já que ele vai bem direccionado para um amigo que até nos lê e que aquando da sua passagem por terras africanas foi considerado como que uma divindade à custa das galinhas.
Não será muito difícil de perceber as razões, não é verdade?
Que venha daí a crónica caro amigo.

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publicado às 08:51

Tiveste sorte, podia ser pior

por neves, aj, em 18.12.07

CLICAREsta é uma daquelas situações em que se pode aplicar a mais optimista e quiçá também mais eloquente das expressões que constam dos calhamaços da sabedoria popular: tiveste sorte, podia ser pior.
Já passámos por isso quando em 1998 ao saltarmos atleticamente uma corrente de ferro elevada aí uns 40 centímetros do solo saboreámos o pó. Bom, o pó como quem diz já que o chão era coberto de duro cimento/concreto e o resultado foi uma fractura no membro superior a nível do cotovelo (mais precisamente no olecrâneo/olecrano do osso cúbito ou ulna do antebraço esquerdo).
– Eh pá, que foi isso?... partiste o braço?... como é que aconteceu?
E eu, pela enésima vez lá conseguia arranjar/arrumar pachorra para explicar mais ou menos o tombo perguntando-me mais uma vez porque ninguém se interessava se tinha dores, por exemplo.
– Vá lá, podia ser pior...
– ... é
– Uns centímetros mais e podias ficar com o cotovelo inutilizado...
– ... é mesmo
– No meio disto tudo até tiveste sorte, se fosse o direito...
– É, sorte do caraças (ou do cacete, como por aqui se diz) andar com o braço pendurado ao pescoço, limitado de movimentos e a calçar as meias com o calcanhar virado para a frente...
– ... mas olha que era bem pior se tivesse sido um pé ou uma perna... tinhas que andar de muletas...
– ... ou de cadeira de rodas...
– ... eia... nem tanto...
– ... é... há quem desloque uma vértebra por menos... ficar paraplégico...
– ... exagerado...
– ... eu?
Realmente perante a calamidade temos sempre sorte, porque a mente humana pródiga em imaginação lá consegue amenizar o azar de terem ido os anéis por terem ficado os dedos. Vejam lá que até na morte, o mal sem cura, a voz do povo é douta e benta procurando suavizar-nos a dor:
– ... coitado, pelo menos não sofreu...
– ... é, mas partiu...
– ... todos temos que ir um dia...
– ... é, mas ninguém quer tomar a dianteira...
– ... chato, sempre do contra...
– ... eu?
Realmente partir sem dor será o mal menor já que do verdadeiro mal não se pode fugir.
Bom, mas ao levarmos a conversa para o nosso cúbito fracturado e da sorte que tivemos por não ter sido também o rádio, o úmero ou todo o membro, pelo menos, desviámo-nos daquilo a que nos propúnhamos: a de noticiar a sorte que esse carapau teve em escapar de ser enlatado e assim partir entalado para o outro mundo.
Podia ser bem pior, pá, tiveste sorte...

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