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Cartaz Torneio Escolinhas (2008)

por neves, aj, em 10.04.08

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publicado às 17:49

Educar

por neves, aj, em 10.04.08

Educar pode tornar-se tarefa árdua já que é deveras penoso dizer não a quem amamos.

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Cartune tirado do Observatório da Infância bem a propósito da entrada anterior (bullying).

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publicado às 12:32

Texto recebido como comentário na entrada Foz do Dão publicada em Janeiro de 2008 no Voz do Seven que trazia em introdução a seguinte mensagem:o meu comentário a esta entrada é a reposição deste meu escrito, para a valia que lhe encontrarem
Assim, por o acharmos não só válido como concordante com a nossa maneira de pensar divulgamo-lo lembrando no entanto que esta página surge em seguimento de uma pequena entrada introdutória a ele dedicado.
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A Barragem da Foz-do-Dão


Muita gente terá conhecido – e dela se lembrará, por certo – uma pitoresca e bem antiga aldeia que ficava situada entre Penacova e Santa Comba Dão. Era na velha estrada, depois do Porto da Raiva, logo a seguir à característica ponte sobre o Mondego (que então se chamava Ponte Salazar), esta inaugurada em 1933, no tempo em que o Ministro da Obras Públicas era o Engº. Duarte Pacheco.
Situava-se a povoação a que me refiro no ângulo formado pela margem direita do Mondego e a esquerda do Dão, em cujo vértice confluíam os dois rios.
Por isso mesmo se chamava Foz-do-Dão.
Era uma aldeia típica das nossas pequenas terras da Beira, bonita de se ver, com todo o seu casario alegremente debruçado sobre os rios que tão generosamente constituíam, além da agricultura, importante modo de vida das suas gentes.
Além de ser margem daqueles dois rios, a Foz-do-Dão estabelecia também os limites dos concelhos de Santa Comba Dão, Penacova e Mortágua, dividia os distritos de Coimbra e Viseu e separava a Beira Litoral da Beira Alta.
Chamou-se em tempos Porto da Foz-do-Dão, quando o rio Mondego, então navegável dali até à foz, era relevante via de comunicação, nomeadamente no transporte de madeiras para jusante e de sal e outros produtos do litoral para o interior.
Quem dela se lembra, recordará certamente a excelente iguaria que era a lampreia do Carlos, ali pescada, o sável e os peixes do rio, óptimos petiscos que lá eram apreciados por quem a visitava ou por lá passava.
Esta aldeia foi sacrificada a favor da construção da barragem que hoje ali se vê e está agora submersa nas águas que esta represou.
Foi tomando-a aliás como ponto de referência que se desenvolveram os dois projectos que entre si disputaram a construção da Barragem: um, o chamado projecto do Caneiro-Dão, defendia que ela se construísse a montante, sem submergir a povoação; o outro, o projecto dito da Aguieira (apenas porque foi lá perto que foram feitas as primeiras sondagens), previa o desaparecimento da Foz-do-Dão, propondo a construção da Barragem logo a jusante da aldeia.
Este último, como se sabe, acabou por prevalecer.
E lá temos agora a barragem, com a sua imponente e bela albufeira e nela submersa a Foz-do-Dão, que sacrificou assim aquela terra, as suas gentes e a ancestral cultura daquele povo que de repente se viu pulverizado em pequenos núcleos familiares a assentar arraiais cada um em seu sítio diferente.
Não vejo que possa estabelecer-se alguma ligação da barragem com a povoação por cujo nome é conhecida, tanto mais que a distância que vai da barragem a essa povoação é bem maior do que a que separava aquela da Foz-do-Dão.
É certo que barragem propriamente dita é a sua estrutura de betão represadora das águas. Mas barragem é também mais comummente identificada com a própria albufeira que se forma a montante dessa estrutura de betão armado.
É mesmo essa albufeira, a extensão de água que ocupa e a quantidade que pode acumular que valoriza a barragem e lhe dá sentido, seja em termos energéticos e industriais, seja na perspectiva turística e ambiental.
E é no fundo dessa mesma albufeira que acabou por ficar para sempre esquecida a velha e pitoresca aldeia que se chamou Foz-do-Dão, assim eliminada da toponímia portuguesa.
Merecia por isso que, no mínimo, fosse lembrada, até porque imolou a sua própria vida e a continuidade da sua história, a sua existência, a sua cultura, tudo o que era, o que tinha e até alguns dos seus filhos à construção daquela barragem.
É por tudo isto que ainda não consegui entender porque é que lhe hão-de chamar, tão sem sentido, da Aguieira, em vez de ser chamada, como tão justamente devia ser, Barragem da Foz-do-Dão.

Alcídio Mateus Ferreira – Dezembro/1991. Publicado no jornal “As Beiras” de 03/12/1991

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publicado às 12:32

Bullying

por neves, aj, em 10.04.08

PhotobucketTal como o comum mortal que gosta de saber o que se passa no mundo, também nós tomámos conhecimento através da televisão e de imagens de um vídeo amplamamente difundido pela internet que oito adolescentes "Espancaram amiga e filmaram para pôr no YouTube" (título de notícia no PortugalDiário, sendo que o itálico é nosso porque não admitimos a possibilidade de espancar um amigo).
Pensámos então cá para nós se esta violência barata praticada por meninas mal educadas, em sentido literal note-se, por pais e sociedade não será mais um caso de bullying, fenómeno de violência entre jovens que se está a tornar moda (ou já é mesmo) e com o qual tomámos conhecimento mais aprofundado por mero acaso (ou talvez não já que a amiga açoriana baralhou-nos o sistema) após leitura de artigo no Pontos nos iii, sendo que depois a curiosidade nos levou ainda até página sobre umestudo feito em escolas do Rio de Janeiro e a partir daqui aoObservatório da Infância, portal que recomendamos a todos aqueles que olham para as crianças como elas são afinal: crianças. Curiosamente em todas as notícias que lemos sobre este revoltante acontecimento passado nos Estados Unidos da América não nos aparece o termo bullying, mas agora não vem ao caso e chamem-lhe o que quiserem chamar a verdade é que estamos perante um acto revoltante que nos deve fazer reflectir sobre os monstros que a sociedade está a fabricar... porque caros amigos e amigas, isto tem de ser fruto de algo que foi semeado, isto não nasce do nada.
PhotobucketEm nota: devem ter reparado que logo no início fazemos ligação às imagens de vídeo e poderá parecer um contra-senso que afinal pregando nós a anti-violência o divulguemos e não o censuremos como o fez, por exemplo, o YouTube. E não deixamos de publicar porque para já não somos falsos puritanos e depois ainda por mais dois motivos: um deles é para mostrar que afinal a sociedade da potência que teima em impingir-nos valores e outras tretas mais tem as mesmas maçãs podres que outra sociedade qualquer e o outro motivo é que em tempos em que não devemos nem podemos meter a cabeça na areia cada pai e cada mãe reflicta sobre o que vê e que não pense que  o seu filhinho querido jamais faria semelhante atrocidade. Tenham sempre em atenção, caros pais, que as (más) influências que distribuímos de forma gratuita (nós sociedade em geral) não escolhem este ou aquele jovem e como tal torna-se necessário um acompanhamento permanente lá em casa e, porque não, uma certa vigilância embora discreta ou dissimulada, em suma, diplomática.

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publicado às 12:18

Ora batatas

por neves, aj, em 10.04.08
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Tanta esperança quedepositámos nos leões e eles traíram-nos. Com a derrota intramuros ante o Rangers a eliminatória foi à vida. E com a partida dos leões acabou a participação lusa na Uefa nesta época de 2007/08 que por tão rasca que foi determinou a perda de um lugar na Liga dos Campeões para a época de 2009/2010: aqui, Portugal manterá 6 equipas nas provas europeias mas 4 (quatro) irão para a Taça Uefa e apenas 2 (duas) para a Liga dos Campeões, sendo que apenas uma directamente para a Fase de Grupos indo a outra para a segunda pré-eliminatória (são três) [RANKING UEFA].
Na próxima época de 2008/09 ainda iremos gozar dos rendimentos e serão 3 (três) as equipas com acesso à Liga dos Campeões: 2 directamente na Fase de Grupos e a outra na 3ª pré-eliminatória. Para a Taça Uefa, Portugal enviará 3 equipas para perfazer um total de 6 (seis).

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publicado às 11:01




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