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Uma Casa Portuguesa

por neves, aj, em 31.05.08

... com certeza!

PhotobucketA canção é bem antiga e as gerações mais velhas recordam bem, com certeza, que foi a voz de Amália que a espalhou por toda a casa portuguesa, que ainda hoje é casa onde fica bem pão e vinho sobre a mesa.
Entretanto outras vozes se alevantaram também a cantar a dita e, com mais ou menos arte, espalhou-se por toda a parte até mesmo a cada uma das casas portuguesas que por aqui foram nascendo aquando do pico da emigração lusitana para o Brasil. Para matar a saudade, dir-se-ia certamente.
Saudade esta que foi sempre muito bem explorada pelo mais brasileiro dos portugueses, dizem, o cantor Roberto Leal que rumou a estas paragens ainda pela mão dos pais emigrantes e que um dia resolveu abandonar a vida de feirante para subir aos palcos. Fez sucesso, enorme, e hoje é uma referência portuguesa por terras do Brasil. Sinceramente que não sabemos se se perdeu um grande feirante, mas também não sabemos se se teria ganho lá grande cantor. A nós passa-nos ao lado. No entanto, a verdade é que Roberto Leal é "marca registada" tal como o Vinho do Porto, o Bacalhau do Porto (vá lá saber-se porquê, se as secas são em Aveiro e Figueira) ou os Pastéis de Belém, que para nós são de nata, ou ainda os Jerónimos, o azeite e a cortiça ou Fátima.
PhotobucketGostos não se discutem, claro, e ao que consta o seleccionador nacional português é um fã incondicional do Roberto tanto que durante as concentrações da Selecção coloca as suas músicas para, cremos, estimular o peito lusitano aos seus pupilos. Bom, como diria o Joaquim Matoco, do mal o menos, sempre é mais suave que uma dissertação histórica sobre Afonso Henriques ou Vasco da Gama na voz de Hermano Saraiva.
Está claro que o hotel em Viseu onde a Selecção de Todos Nós (note-se bem) está concentrada não podia deixar de ser uma casa portuguesa, tanto que até se está em pleno coração da Beira cujas tradições se enquadram plena e completamente nos dizeres dos versos do poema, e nada melhor que a presença de Roberto Leal para completar o quadro. Ao que parece foi recebido com pompa e circunstância, convenhamos que até era portador de uma missiva do Presidente Lula da Silva a desejar sucesso ao seu patrício Luiz Felipe Scolari (também de Pelé apesar de oMaisFutebol não o noticiar), ofereceu um guitarra ao xerife e, claro, entoou conjuntamente com Felipão uns acordes d' Uma Casa Portuguesa numa versão que criou e que com franqueza vos dizemos se não teria levado Amália a revoltar-se no túmulo... talvez, com certeza.
CLICAR PARA AMPLIARContudo festa é festa e, como não podia deixar de ser, Voz do Seven associa-se convidando-vos também a revelar os vossos dotes. Façam favor de se servir do acompanhamento que temos aqui no cardápio: Concertinas do Vale do Tejo (instrumental), Amália Rodrigues, Ada de Castro e Roberto Leal, afinal estamos n'Uma Casa Portuguesa, também democrática, com certeza... e ainda, como sobremesa, uma bonita mescla luso-brasileira, o Samba-enredo da Escola da Mangueira (Rio de Janeiro) no Carnaval 2007: "Minha Pátria é a minha língua..." que finaliza com "... faz do palácio do samba uma casa portuguesa, é uma casa portuguesa com certeza" [letra].

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publicado às 11:50

Holocaustos

por neves, aj, em 30.05.08

PhotobucketNa sua Toca, o meu amigo Mário fez entrada sobre o extermínio de "grupos étnicos" pelo regime nazi (nazista) de Adolf Hitler que aterrorizou a Europa e o Mundo há sessenta e tal anos. De forma inteligente o amigo Mário deu título de "holocaustos" à chocante entrada em vez do celebérrimo termo no singular (que grafado com maiúscula é mundialmente referido como, e apenas, o assassínio em massa de Judeus pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial) já que todo o homem atento (e isento) sabe bem que as vítimas doHolocausto não foram apenas judeus. Avisa-se que algumas das fotos publicadas no Holocaustos do amigo Mário poderão ser consideradas chocantes, como afirmámos, mas o que é bem verdade é que a realidade não pode ser modificada nem escondida e por outro lado torna-se necessário lembrar ao mundo que tamanha barbárie existiu mesmo, já que em tempos tão conturbados em que está na moda ressuscitar ideias ainda vai aparecer por aí alguma voz idiota (e demagoga oportunista) dizendo que nada aconteceu e que tudo não passou de um exagero ou de uma invenção de uns certos gajos.

Que se divulgue, porque (em concordância com o velho Lobo) ficar calado é ser-se conivente e cúmplice.

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publicado às 05:33

Protesto índio

por neves, aj, em 27.05.08

P'la manutenção do (seu) alimento, contra o deslocamento de pessoas e p'la preservação da floresta amazónica.

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publicado às 20:56

Mães com ansiedade de separação

por neves, aj, em 26.05.08

quem é Lara Guina

A opinião de LARA GUINA

Mães com ansiedade de separação

PhotobucketNa nossa sociedade existe um número crescente de mulheres que se encontram a trabalhar, conjugando a maternidade com o trabalho. As mães possuem alguns meses de licença de parto, tendo a maior parte das crianças outro prestador de cuidados para além da mãe. O infantário é a solução mais utilizada, especialmente nas grandes cidades onde os avós já não se encontram disponíveis.
A ansiedade de separação sentida pelas mães consiste num estado emocional desagradável resultante exclusivamente da experiência de separação entre a mãe e a criança, vivenciada, por exemplo, quando diariamente a mãe deixa o seu filho no infantário para ir trabalhar.
O trabalho materno poderá por si só exercer uma influência negativa sobre o desenvolvimento da criança, mas os sentimentos maternos face ao trabalho e as crenças maternas acerca dos efeitos na criança da separação devida ao trabalho. Neste sentido, tais factores parecem influenciar de um modo significativo a intensidade da ansiedade de separação materna, bem como a adaptação psicossocial da criança. Assim, é possível que se desenvolva uma relação insegura/evitante nas crianças cujas mães evidenciem uma elevada ansiedade de separação.
Estas crianças tendem a ter uma maior probabilidade de adquirirem comportamentos caracterizados pelo isolamento e ansiedade, o que revela uma baixa competência social.
Sendo a ligação inicial entre a criança e a sua mãe a base a partir da qual se desenvolvem as relações posteriores da criança e através da qual a criança constrói toda a sua maneira de ser, é importante que estas mães tomem consciência da sua preocupação e ansiedade e que deixem de ser tão intrusivas, de forma a poderem ajudar as suas crianças a serem mais autónomas. A autonomia permite à criança a criação de um sentimento de segurança e confiança, essenciais para a mobilização de comportamentos exploratórios. Assim, o desenvolvimento de uma relação saudável e de confiança entre os pais e a criança é o melhor para todos.
Para além de proporcionarem situações de exposição gradual ao afastamento dos filhos, os pais devem aprender a lidar com a incerteza e o risco e a sentirem tranquilidade, segurança e confiança, mesmo na ausência das crianças. A permanência em casa de familiares próximos, refeições em casa de amigos, o brincar sozinho na própria casa sem ter a possibilidade de visualizar os pais, convívio com outras crianças, a ida para a pré-escola, contam-se entre as múltiplas estratégias que, com facilidade, se pode adoptar no intuito de não só educar uma criança para um crescimento fundado na segurança de que os pais permanecem presentes ainda que objectivamente ausentes, mas também de educar os pais a saberem lidar com ausência dos filhos. Privar as crianças deste tipo de experiências é fomentar o seu receio, fortalecer as suas expectativas negativas acerca do desconhecimento, comprometer a aprendizagem de mecanismos de enfrentamento e defesa, além de perpetuar a ansiedade patológica ao longo das fases de desenvolvimento seguintes.

Lara Guina
Psicóloga Clínica

http://laraguina-psicologa.blogspot.com/

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publicado às 21:26

Coisas de Chico

por neves, aj, em 26.05.08

(piada vinda da banda di lá, mas que não ficará mal enquadrada por aqui)

PhotobucketO Chico é um gajo bem humorado e que gosta de levar a vida numa boa.
No dia do aniversário de casamento jurou à Maria dele que dariam uma saída.
"Quero ir a um sítio caro", exigiu a Maria já dentro do automóvel.
O Chico levou-a a uma Bomba de Gasolina (Posto de Abastecimento de Combustíveis).

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publicado às 10:54

Sobrevivência heróica

por neves, aj, em 26.05.08

Nasceu no dia 14 de Maio e heroicamente resiste apesar dos seus 400 g (quatrocentos gramas) de peso e apenas 19 cm (dezanove/dezenove centímetros) de comprimento. É uma menina, catarinense de Florianópolis, e dá pelo nome de Bárbara que ao contrário do que muito boa gente pensa não é sinónimo (apenas) de selvagem e sim de pessoa oriunda de outros povos, exótica... diferente.

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publicado às 07:44

Memória

por neves, aj, em 26.05.08

... memória de uma Escola que era plena de vida.

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publicado às 07:43

Viva Portugal!

por neves, aj, em 24.05.08

quem é Pedro Guina

A opinião de PEDRO GUINA

Viva Portugal!

Cá por mim, vou colocar a bandeira portuguesa na janela, quando:

Portugal deixar de ser o país da Europa com maior índice de abandono escolar, analfabetismo e corrupção;
Alguém que trabalhe uma vida inteira, não tenha uma reforma miserável;
O desemprego não for o pão-nosso de cada dia;
A classe política deixar de ser maioritariamente composta por incompetentes e oportunistas;
Nas escolas de condução se ensinar as pessoas a conduzir, em vez de ensinar a fazer inversão de marcha, a arrumar o carro e a não deixar o motor ir abaixo;
Quando os políticos se passearem ao fim de semana nos seus próprios automóveis e com depósito abastecido com dinheiro do seu próprio bolso;
Os meus filhos e todos os dos outros portugueses da sua geração, puderem planear a vida a mais de 3 meses e os meus netos e os dos outros portugueses, tiverem alguma perspectiva de viver um futuro com dignidade;
As ementas dos restaurantes do ALLGARVE tiverem escritas em português;
Os nossos deficientes que vão ao Jogos Paralímpicos, não precisarem de andar previamente a fazer peditórios públicos para arranjarem dinheiro para as despesas de deslocação aos mesmos e tenham direito a ser falados em lugar nobre nos jornais, nas rádios e nas televisões, quando estão a competir e, quando regressam carregados de medalha (ou não);
As figuras públicas suspeitas da prática de crimes cheguem efectivamente a serem julgadas, quando haja factos que a isso o justifiquem;
As jóais, os Rolls, os Ferrari, os Maserati, os Porshe, os Veleiros, os Rolex, os telemóveis topo de gama, as lagostas, o caviar, os visons, etc, sejam taxados a 500% de IVA, os automóveis de 1000cc a 5% e as batatas, o arroz, o azeite, o leite, o açúcar, as couves, o pão, os ovos, os frangos e os transportes públicos a zero;
Nenhum médico operar o pé esquerdo saudável, de um doente que tinha um problema grave no pé direito, sem ser imediatamente expulso da Ordem dos Médicos;
Não existirem animais em circos;
Os milhentos dirigentes das milhentas Fundações, fizerem alguma coisa útil, além de receber ordenado;
Não for verdade que os Deputados faltam em massa ao trabalho para irem passar um fim-de-semana prolongado ao Algarve e isso ser a coisa mais natural do mundo;
As áreas de serviço das auto-estradas e os bares dos aeroportos deixarem de ter clientes, por as pessoas não gostarem de ser escandalosamente exploradas;
Figuras públicas do tipo Zés Castelo Branco, Cinhas e outros Jardins, Hermans Josés, Lilis Caneças e mais 5.000 figuras destas que aparecem na televisão e nas revistas, bem como os editores das mesmas estiverem internadas numa unidade de saúde mental;
Não for possível assistir ao espectáculo degradante e hipócrita de ver candidatos a eleições, nos mercados a dar beijinhos em peixeiras (obviamente, na maioria dos casos, completamente enojados);
O Aeroporto da Ota e o TGV tiverem sido unicamente brincadeiras de mau gosto;
O Estado e as Câmaras Municipais pagarem os milhões que devem aos fornecedores e outras entidades credores;
O peixe não chegar às mesas 10 vezes mais caro do que foi vendido nas lotas, para que mais pessoas o possam comer e menos intermediários se possam encher;
Os caçadores deixarem de abandonar os cães no fim da época de caça ou forem presos por isso;
Não houver nenhum 1.º Ministro que tenha a lata de abandonar o país para ir atrás de um tacho mais aliciante;
Nenhum português que tenha que recorrer a um médico privado tenha que pagar €80,00 de consulta;
Os submarinos comprados pelo Paulo Portas sejam trocados por equipamento para apetrechar condignamente todos os hospitais, escolas e frota dos nossos bombeiros;
Os portugueses perceberem que as figuras do Contra-Informação, não são caricaturas, mas o retrato fiel das pessoas retratadas;
Os bebés das mães portuguesas deixarem de ir nascer a Espanha ou nascerem em Portugal numa auto-estrada;
A selvajaria anual de Barrancos, acabar por falta de espectadores;
As televisões entenderem que, ao transformar os incêndios em grandes espectáculos de variedades, estão a transformar os incendiários em realizadores e produtores de grandes programas de televisão, o que os enche de vaidade;
Se investigar como é que aquele senhor arranjou dinheiro para comprar um Ferrari ou um Porshe;
A população não eleger Presidentes de Câmara indivíduos fugidos à justiça;
Houver no estrangeiro tantas pessoas que conheçam o Eusébio, o Figo, o Mourinho e o Cristiano Ronaldo, como o Camões, o Vitorino Nemésio, o Fernando Pessoa, o José Saramago, a Amália e muitos outros que nunca deram um pontapé na bola;
Os alunos não tenham de ir para as escolas com um balde para apanhar a água que cai dos tectos;
Não se tiver de retirar pianos de um Conservatório de música, porque o chão ameaça ruir.

No dia em que tudo isto, ou quase tudo isto acontecer juro que coloco bandeiras de Portugal bem grandes em todas as janelas da minha casa!!!

Pedro Guina
Advogado

www.pedroguina.blogspot.com

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publicado às 15:20

Um "puro-sangue" de 80 milhões

por neves, aj, em 24.05.08

CLICARDefendendo-nos de hipotética acusação de "ofensa" deveríamos dizer que esta entrada surgiu por pura coincidência e que nada tinha a ver com a anterior sobre a Obela, mas talvez não seja tão por acaso assim já que quando estávamos às voltas com a vaca que vale os olhos da cara de uma multidão nos lembrámos desse verdadeiro "puro-sangue" que dá pelo nome de Cristiano Ronaldo e que por vezes nos faz lembrar um autêntico cavalo à solta que tomou o freio nos dentes e cuja crina só não esvoaça ao vento porque mesmo que o próprio o desejasse as imposições uefeiras ou da Fifa não o permitiriam.
E que vale (também) milhões, diga-se, mas antes de continuarmos a prosa gostaríamos desde já de deixar o alerta de que se por casualidade o agora se7e da Equipa das Quinas venha a ler o que escrevemos ou se algum puxa-saco lhe for segredar ao ouvido com o intuito de nos comprometer, pois que ele considere que aquela comparação com o "puro-sangue" é uma homenagem e não uma depreciação. E afinal estas analogias são muito usadas por esse mundo afora como no vídeo-clipe The Best de Tina Turner onde as suas (belas) pernas são assemelhadas com as de um "puro-sangue", embora não as do homem de quem falamos mas que até podiam ser principalmente quando galopa em direcção à baliza adversária.
É certo e sabido (haverá alguém neste mundo que não saiba?) que com a excelente campanha que tem vindo a fazer nesta época 2007/08, CR tem que ser mesmo considerado um garanhão do futebol europeu e, atrevemo-nos, também do futebol mundial. É na verdade um "cavalo de corrida" e que vale milhões, repetimos. Melhor dizendo, que está a ser avaliado em muitos milhões, embora (acrescentamos nós) em demasiados milhões.
Ora vejam lá que segundo o jornalMarca os espanhóis do Real Madrid parece que estão dispostos a desembolsar 80 (oitenta) milhões de euros (quase 209 milhões de reais) para que o "nosso menino", em quem depositamos tanta esperança para o Euro 2008 que está aí à porta, troque o vermelho do Manchester pelo branco dos merengues. De maneira alguma desejamos "estragar o negócio", no entanto achamos que devia haver mais decência não se negociando com valores tão elevados ou se o fizessem pelo menos que não os divulgassem, mas infelizmente neste mundo que não sabemos para onde caminha a qualidade de um jogador de futebol é também avaliada pela quantidade de euros que movimenta e o seu prestígio (e do clube) aumenta se for batendo os recordes das transferências.
Certamente que o nosso Viriato, o pastor guerreiro que liderava a Lusitânia nos tempos em que a Serra da Estrela era conhecida por Montes Hermínios e que pode ser chamado de Astérix lusitano (já que o seu entretém era também caçar romanos) não se coibiria de igualmente dizer: estes espanhóis devem estar loucos.
Mas, que fazer? Sinais dos tempos. Olhem, seria bom se alguma alma caridosa se lembrasse de retirar do balúrdio um pequeníssimo migalho (nem que só fosse um décimo percentual) e o oferecesse a umas instituições de crianças necessitadas para quando ele chgasse tivessem um Natal mais aconchegante.
Pronto. Falta só o remate habitual que desta vez vai na forma de "cabeçada à CR" e é apenas para dizer que com sinceridade acreditamos, talvez por intuição masculina, que o homem da Ilha vai mesmo mudar de ares e atravessar a Mancha. Ele lá saberá e não temos nada com isso. Só que nós temos um pedido a fazer: que os actores intervenientes não façam novela e que resolvam a questão, a hipotética transferência, o mais rápido possível. Logo loguinho, de caminho. Diríamos até que ontem já era tarde tendo em conta que a Nossa Selecção necessita de Paz e Sossego e concentrar-se apenas na Suíça (por enquanto).
Fazem-nos esse favor?

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publicado às 13:06

Vaca Real

por neves, aj, em 24.05.08

PhotobucketChama-se Obela e é filha do touro Panagpur e de Rinha, uma vaca doadora que é destaque nacional segundo lemos.
Ainda não tem dois anos e apresenta-se já com 772 quilos sob um couro alvo e bem tratado e a sua imponência pode ser melhor apreciada após clique na imagem publicada. É notícia aqui no Voz porque é destaque na 63ª Exposição Agropecuária de Goiânia, capital do Estado de Goiás no planalto central do Brasil, mas não se pense que pelas características apresentadas antes sim porque está avaliada (sentem-se se faz favor) em três milhões e meio de reais, exactamente R$ 3 458 000. Para que do outro lado do Atlântico avaliem esta "pipa de massa" diremos então que a vaquinha Obela vale pelo câmbio actual a módica quantia de  um milhão e (quase) trezentos mil euros... mais que vaca sagrada.
Como diria Astérix, estes gajos devem estar loucos.

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publicado às 08:00

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