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Crianças hiperactivas

por neves, aj, em 12.05.08

quem é Lara Guina

A opinião de LARA GUINA

Crianças hiperactivas

PhotobucketHiperactividade ou incapacidade de estar quieto é um dos muitos problemas com que pais e professores muitas vezes se debatem no seu dia a dia. As crianças não sossegam um minuto e têm dificuldade em permanecer no seu lugar, tendo uma actividade motora excessiva, parecendo ligadas "à corrente". Movimentam excessivamente as mãos e os pés enquanto estão sentadas, levantam-se durante a aula, correm e saltam excessivamente em situações que é inadequado fazê-lo, falam excessivamente e apresentam impulsividade.
Assim, consequentemente, estas crianças apresentam um défice de atenção. Não prestam atenção suficiente aos pormenores ou cometem erros nas tarefas escolares, dificuldade em manterem a atenção em actividades, não seguem as instruções do professor e não terminam as tarefas escolares, distraem-se muito facilmente e têm muitos esquecimentos. Tudo isto acaba por comprometer o sucesso escolar das crianças.
Ser pai ou mãe é, geralmente, uma tarefa difícil, mas quando se trata de um filho com hiperactividade e com défice de atenção, requer ainda mais paciência, prática e habilidade enquanto educador. É importante que os pais destas crianças mostrem que as amam e que as apoiam, de forma a ganharem auto-confiança e auto-estima. Também poderá ser positivo criar boas expectativas, focando-se apenas nas coisas boas que as crianças fazem. Os pais devem rodear-se de amigos que dêem valor e que apreciem as qualidades da criança e que compreendam que o seu comportamento não é causado por falta de disciplina ou por má educação. Para que os pais consigam aumentar os comportamentos desejados na criança, devem ser oferecidos incentivos em vez de castigos.
A escola também assume um papel muito importante nestes casos. A criança deve ser integrada no ensino especial ou no ensino regular consoante as suas necessidades e dificuldades. O processo ensino-aprendizagem deve estar organizado em função das necessidades do aluno, tendo em conta as suas vivências e experiências. Este deve ser delineado procurando desenvolver a capacidade de observação, atenção, memória, calma, concentração, autonomia pessoal e social e expressão. Para além disto, deve auxiliar no desenvolvimento das habilidades e capacidades motoras, capacidade de trabalho individual e em grupo elevar a auto-estima e auto-confiança, assim como o respeito pelas regras sociais. A criança deve ainda, se possível frequentar uma actividade desportiva (karaté, natação, etc.) extra-escolar, ou outras no âmbito da expressão plástica, ou informática, de forma a complementar a aprendizagem das matérias escolares e a utilizar toda a sua energia de forma proveitosa.
Assim sendo, o sucesso da criança hiperactiva depende de todos os membros da família e da escola, e cada um deve dar a sua contribuição. Isto significa que se devem fazer as coisas de forma concreta e objectiva para que a criança entenda, pois só assim ela irá conseguir, gradualmente, ultrapassar as suas dificuldades.

 

Lara Guina
Psicóloga Clínica

http://laraguina-psicologa.blogspot.com/

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publicado às 08:19

Adultério

por neves, aj, em 12.05.08

PhotobucketSinceramente que nunca tínhamos tido conhecimento de a infidelidade conjugal haver sido punida em Tribunal. Nos tempos modernos, como é lógico, e em Nações que se consideram como Estados de Direito. Bom, afinal parece que é verdade que há sempre uma primeira vez. O acontecimento que nos despertou a atenção passou-se por aqui por terras brasileiras (em Planaltina-DF, não sabendo nós se é relevante) onde curiosamente o adultério só foi descriminado em 2005, mas diga-se que apesar de termos aportado bem antes (em 2002) nunca soubemos de caso algum com desfecho igual.
O sítio Última Instância traz então em título que professora é condenada a pagar 7 mil reais de indemnização a ex-marido traído. É verdade, a senhora professora que levou para o próprio leito conjugal outro que não aquele a quem jurou fidelidade terá agora de desembolsar à volta de 2 700 euros para o ex-marido que já se tinha visto livre de dar pensão alimentícia à infiel aquando da declaração de divórcio.
Não se vá julgar, contudo, que a intenção desta nossa entrada seja colocar de sobreaviso as mulheres (e homens) que saltam a cerca antes sim noticiar apenas algo diferente que irá sem dúvida fazer parte do dossier de casos inusitados e também levar-vos a assistir a uma verdadeira "guerra" já instalada nos comentários à notícia publicada pela UI... quem não adora apreciar?

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publicado às 07:40




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