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Manuel Zuzarte [Plástico]

por neves, aj, em 02.01.10

Artigo publicado no semanário Defesa da Beira datado de 01/01/2010.

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o que escrevemos em homenagem

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publicado às 22:43

Papa-cartazes

por neves, aj, em 02.01.10

... também se poderia titular de touro anti-corruptos, mas o negócio nesta entrada é papel porque ao observar a foto lembrei-me de imediato da minha Piruças 4patas que tem uma apetência imensurável pelo rolo do papel higiénico: se não se tem atento e não se tem a preocupação de manter o rolo bem enrolado, o chão do banheiro é forte candidato a ficar com o aspecto que se via aqui há uns anos nos relvados em jogo grande de futebol. E a gajita é esperta, porque sabe bem quando o mais distraído dos utentes lhe vai deixar como oferta a ponta do dito ao alcance das dentuças. Claro que não vai marfar todo o papel, mas dá-lhe umas trincas e se antes eu achava piada, para desespero da Maria, agora nem tanto visto que já lhe observei vómito com pequenos rolos de papel por digerir o que me levou a deduzir que era o dito que lhe provocava esse mal-estar. É certo que cachorros são um pouco para o porquito e terão necessidade intrínseca destas porquices, afinal papel é metária orgânica, mas também é verdade que tudo indica que o animal estava a sair lesado da brincadeira que tanto me divertia.

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A propósito de cachorros e rolos de papel lembrei-me de um anúncio comercial que passava pelas televisões portuguesas aqui há uns anos e que se poderia ajustar perfeitamente à minha 4patas, mas lamentavelmente não consegui encontrar o vídeo do dito por mais que tivesse pesquisado. Contudo encontreieste vídeo aqui que se ajusta perfeitamente à forte ligação dos cachorros com o papel higiénico.

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publicado às 22:03

Até que Junho os separe

por neves, aj, em 02.01.10

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publicado às 19:08

85ª São Silvestre

por neves, aj, em 02.01.10

A Partida [Largada] para a "São Silvestre dos Anónimos" do ano de 2009, o ano do Flamengo.

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Vencedores: Jaciel Paulino [cadeiras de rodas],James Kipsang [masculinos] e Pasalia Chepkorir [femininos]</p>

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publicado às 18:59

Uma Silva na São Silvestre

por neves, aj, em 02.01.10

Angelina Silva junto à sua máquina.

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Nesta categoria venceuJaciel Paulino.

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publicado às 18:57

Quatro mãos

por neves, aj, em 02.01.10

... impressionante!

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publicado às 10:21

Cheireta

por neves, aj, em 02.01.10

... ou  xereta, mas quanto a nós deve é cheirar-lhe à carniça da entrada anterior!

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publicado às 10:06

Natal é todos os dias

por neves, aj, em 02.01.10

PhotobucketImaginem-se no tempo em que [todos] os animais falavam, inclusive o Homem, e se compreendiam numa única linguagem. Para aqueles que se possam interrogar, diga-se a propósito que nesse tempo já havia Natal e que por altura desta quadra festiva também era prática apregoar-se a Paz e o amor entre todos os animais sem distinção. Por outras palavras, pregava-se a fraternidade e o respeito entre animais sem olhar ao sexo nem à forma do corpo ou mesmo à cor do seu revestimento, não interessando ainda lá muito se fulano era animal mais racional que beltrano. Claro que durante o resto do ano, e à semelhança dos dias de hoje, toda esta conversa era embalo para boi dormir e os ditos animais superiores dominavam a seu belo prazer. Se protesto houvesse da parte dos que se quedavam pelos estratos social-evolutivos mais baixos, era fácil, umas cacetadas no lombo e um pontapé nos quartos traseiros acabavam com a questão, e se algum [falso] pudor existisse em tratar assim o "seu semelhante" então cuidava-se subtilmente de pô-los de lado, abandonando-os à sua sorte. Em suma discriminá-los, prática nos dias de hoje muito comum. Contudo, como na actualidade, já naquele tempo nem todos [os humanos] pensavam assim.
Naquela véspera de Natal, o cunhadito tinha ido fazer as últimas compras. Não o bacalhau que esse já tinha sido comprado, aliás até já estava a demolhar fazia tempo, mas sim aquelas pequenas compras que vão ficando por fazer e ó despois ficam mesmo para a última hora, ora porque se adia embarcando naquela máxima do "depois faço, quer dizer depois compro", ou então porque se julga sempre encontrar artigo igual ou similar a preços mais baixos. É um risco que quando mal calculado e perante a necessidade premente e já sem tempo pode sair caro: geralmente despendem-se mais uns cobres e, pior, o imo do indivíduo tem tendência a se auto-flagelar.
Contudo não tinha sido por nenhuma destas situações que o cunhadito tinha saído de casa naquele dia que antecede o Natal, visto que as compras há muito tinham sido feitas. Ele simplesmente foi comprar pão como era prática quase diária, só que ao passar perto das prateleiras da comida especial para cachorros o espírito de Natal invadiu-o e não olhando para os cobres marcados na etiqueta adquiriu uma lata, tal qual como a representada acima, para presentear a 4patas na Ceia de Natal.
Ora foi precisamente a partir deste momento tão familiar que se instalou um sério problema lá em casa. É que a amiga e fiel companheira de todas as horas deixou de passar cartão à ração, à carne bovina moída e até às sobras do peito de frango. É, é que apesar de estar velhota e de ter perdido substancialmente a visão, mantém o faro em óptimo estado de conservação e vai daí, gulosa, só lhe passou a interessar o conteúdo da dita lata, uma massa qualquer de um odor tão intenso e convidativo que foi por pouco que o cunhadito se conteve em saborear, tamanha era a tentação e a curiosidade.
No dia seguinte ao Natal, Sábado, enquanto o cunhadito lançava umas papalvas para o blogue a fiel amiga tomou lugar no seu assento e colocada em pose de esfinge faraónica começou o diálogo reivindicativo: cunhadito, está na hora ir comprar uma latita daquelas, a outra já acabou segundo diz a manita.
- Não, é cara, tens aí carne moída e ração.
- Ração é para os porcos como tu dizes e já deito carne moída até pelas orelhas.
- O que eu digo não é para ser repetido, comes frango. A lata que comeste que nem uma loba foi apenas para comemorar o Natal.
- ... hum
- Hum quê?
- É difícil entender os humanos.
- Sim? Porquê?
- Não são vocês que dizem que todos os dias deviam ser Natal?
Sem esperar por resposta deu pequeno pulo para o chão e embora titubeando lá foi tratar da vidinha para outro lado deixando a dura couraça do cunhadito mais perfurada que crivo de regador. Bom, com a brincadeira tem que se considerar que o objecto peludo, nesta altura quase todo pelado porque o calor aperta, saiu vencedor. Não em termos absolutos, como desejaria, mas a verdade é que passou a ter direito a uma latita com mais frequência o que atesta que o cunhadito não é tão mau como alguns o pintam e afinal lá em casa acontece Natal mesmo fora de época.

Em tempo - o sogro chamava filha à 4patas, donde, por dedução, esta será manita da outra filha e quem casou com esta passou a ser o cunhadito.

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publicado às 08:34




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