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Eclipse lunar

por neves, aj, em 22.02.08

Photobucket... e a Lua escondeu-se atrás da Terra ficando por momentos (horas) invisível total ou parcialmente conforme o local de um dado observador. O fenómeno é chamado de eclipse e é perfeitamente explicável à luz dos conhecimentos actuais, mas se o desejássemos fazer por traços puramente novelísticos até ousaríamos dizer que a Lua se oculta de vez em quando por se sentir envergonhada do que se vai passando no nosso mundo e que em relação a este de Quinta-feira 21 de Fevereiro a Lua se escondeu por medida cautelosa, não fosse ela ser atingida pelos estilhaços da explosão provocada por um míssil lançado contra um satélite (satélite espião e não desses convencionais, geoestacionários) que já andaria lá pelo espaço aos zigue-zagues e que serviu até de ensaio para fazer tiro ao alvo, sendo que a explicação oficial para a destruição é de que foi perdido o controle sobre um satélite carregado de combustível altamente tóxico. Cada um que interprete.
Ao contrário do último eclipse lunar acontecido a 3 de Março do ano passado [imagens doFísica Viva], desta vez não observámos o fenómeno. Que tal como o anterior foi total e também observado por aqui, aliás observado em toda a zona atlântica [infográfico]. A principal razão de termos perdido o espectáculo foi o céu nublado que se fazia aparecido sobre a região em que residimos. É verdade que com um pouco de esforço talvez se fosse observando alguma coisinha e até talvez as nuvens se fossem dissipando com o avançar dos minutos, mas como era durante a madrugada resolvemos não alterar os nossos hábitos e fomos até vale de lençóis. É que, como diz o Povo, deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer e apesar de já não pretendemos chegar com a cabeça ao topo do mundo queremos, pelo menos, acordar de mioleira fresca que nos proporciona um melhor afluxo de ideias para colocarmos sob a forma de caracteres no monitor da nossa máquina.
Nesta entrada, talvez atrasada em um ano, preocupámo-nos em fazer um aprofundamento maior da matéria com ligações a sítio confiável e científico, o Física Viva, cuja link já faz parte do nosso arquivo na coluna dos links da Casa-Mãe na rubrica Escola/Cultura de modo a estar sempre à mão de semear para alunos, professores e leitores em geral.
Esclarece-se ainda que a pequena imagem que embeleza o nosso texto não é uma fotografia real [aqui álbum do eclipse]. Trata-se de uma montagem feita por nós, com o intuito próprio de vos aguçar a curiosidade por a Lua se apresentar em tons de rosa. A explicação é dada pelo professor autor do Física Viva e para vos poupar trabalho de pesquisa fizemos uma cópia que pode ser consultada aqui.
No final, mesmo no final, levamos-vos àcrónica do Física Viva sobre o eclipse que afinal não foi visto para desgosto do professor e seus alunos que viram a aula gorar-se, mas também para todos nós que ficámos privados de belíssimas fotografias.
Bom, nada de desanimar porque daqui a dois anos e tal,21 de Dezembro de 2010, já estará por aí o próximo eclipse total da Lua.




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