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Fusca

por neves, aj, em 10.01.08

(entrada dedicada aos apaixonados)

PhotobucketTalvez devêssemos usar em título o portuguesíssimo Carocha, mas preferimos honrar esta entrada com o nome dado por aqui por terras brasilenses ao modelo alemão da Volkswagen mais querido e conhecido no mundo talvez por uma questão de princípio já que o texto de apoio de que nos servimos está hospedado no portal brasileiro Uol. Muitas curiosidades envolvem este simpático carrinho que no dizer do referido texto foi diferente de todos os outros já que nenhum carro criou laços tão pessoais com seus donos e foi tão humanizado no imaginário mundial quanto o Fusca</td>. Como não pretendemos fazer crónica deixamos-vos de imediato com a ligação prometida e ainda a esta daWikipédia onde podereis ficar a saber que o último modelo a ser produzido foi em 2003 no México (aqui chamado de Vocho) e tomar conhecimento, por exemplo, das várias alcunhas que o carocha/fusca recebeu nos inúmeros países onde foi comercializado sendo que aquelas estavam geralmente relacionadas com escaravelho (escarabajo em castelhano) ou insecto e mesmo tartaruga ou até bolha e imagine-se, corcunda... obviamente aceitáveis diga-se em abono da verdade, sendo que o termo fusca dado por aqui se relaciona com a corruptela da abreviatura VW que lida em alemão será "fauvê" e que depois teria dado fulca, fulque, fuca... fusca... enfim, a vontade do Povo.

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publicado às 09:58

Febre Amarela

por neves, aj, em 10.01.08

PhotobucketJá serão quatro as pessoas que supostamente morreram com febre amarela. Alarmada, a população (principalmente a residente nas chamadas áreas de risco) acorreu aos Postos de Saúde para se submeter à vacinação que, frise-se, é gratuita. O Ministério da Saúde Brasileiro deu a cara e procurou transmitir tranquilidade garantindo quenão se trata de epidemia pelo que não existe a necessidade de vacinação em massa e garantindo ainda que a vacina não irá faltar. O Ministro José Gomes Temporão, curiosamente um nosso patrício nascido em Monção município pertencente ao Distrito de Viana do Castelo e que desembarcou no Brasil há umas dezenas de anos ainda ao colo de sua mãe, adiantou ainda em colectiva que os óbitos ocorreram em pessoas não vacinadas e que os casos serão do tipo febre amarela silvestre e não urbana [compreender a doença].
Apesar da serenidade, Temporão no entanto não deixou de alertar os viajantes para as zonas de risco e os turistas que visitem o Brasil para a importância da vacinação contra a febre amarela 10 dias antes da viagem.

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publicado às 05:19

Guerra ao cigarro

por neves, aj, em 07.01.08

PhotobucketÉ mais ou menos assim chamada pela maior parte da comunicação social a proibição de fumar em locais públicos, como bares, cafés e restaurantes, que alguns governos europeus decretaram. A foto retrata uma desobediência em bar ou café de França, mas aproveitamos para informar o Povo deste lado do Atlântico, já que os órgãos informativos brasileiros se esqueceram de mencionar, que também foram impostas em Portugal restrições bem idênticas.
Rígidas em demasia, dizem uns. Nós como fumador aceitamo-las perfeitamente. E, por favor, não nos venham com a ausência física já que ainda sem a existência desta lei, chamemos-lhe radical, cumpríamos desde que entrássemos em local onde deparássemos com dístico a solicitar que não se fumasse. Como tal para nós nada terá de extraordinário e será tudo uma questão de hábito (ou vício, talvez): toma-se o cafezinho faz-se uma pausa e vem-se à rua fumar o cigarro. Como tantos fazem no emprego. Registe-se ainda que já estávamos também habituados a muitas proibições como em repartições públicas, bancos, bibliotecas ou transportes públicos. A propósito, será que se não deixarmos de fumar jamais poderemos voltar a Portugal? Ou teremos que solicitar à TAP a abertura de uma excepção? Para cá não pedimos e com todos os trâmites foram aí umas 12 ou 13 horas sem fumigar os pulmões. Conseguimos e não morremos. Como também se conseguirá quando novamente for necessário.
PhotobucketAbrimos um parêntesis para fazer uma comparação que podendo parecer absurda, para nós não o é. Assim se nos é permitido diga-se que esta lei antitabaco nos incomoda tanto como uma lei existente por aqui que pune os actos racistas e ou xenófobos. Para nós esta não seria necessária. Os princípios escutados na casa materna bastam-nos, assim como para a lei do cigarro basta o civismo. Mas concordamos que se tenha feito Lei. Especialmente dirigida para os que não conhecem os direitos do próximo nem as leis da salutar convivência. Afinal como se fez, por exemplo, para o uso do cinto de segurança que os casmurros colocam só para não pagarem a respectiva multa e não porque é sinónimo de segurança. E só é pena que a vigilância nas estradas não aumente ainda mais para punir as constantes infracções no uso de telemóveis ou celulares quando conduzem ou dirigem e aproveite-se para dizer que somos pela proibição dos toques ou ringtones em locais públicos. É que por mais lei que se crie cremos que jamais entrará na cabeça de certos condutores ou motoristas que o automóvel que eles levam na mão se pode transformar numa arma mais letal que as de fogo.
Do que lemos, achamos é que a comunicação social fez uma tempestade em copo de água, alarmou e provocou confusão. Por outro lado ainda achamos que é um absurdo que se faça desta lei um cavalo de batalha para a luta antitabágica como forma de promover saúde e que ainda se aproveite esta mesma lei para autenticamente discriminar o fumador ou fumante... ele não é criminoso algum, é livre de escolher, o seu direito de fumar é igual ao direito do que opta por não fumar e se tem o dever de respeitar o não fumador (não fumando) também o não fumador tem o dever de respeitar o fumador, não chateando, e nem sequer se deve preocupar (em falso puritanismo a maior parte das vezes) com a saúde do fumador. Ele sabe, pelo menos nós sabemos, que o tabaco causa problemas de saúde que podem levar à morte. Tanto o sabemos que, fumando, sempre o fizemos ver à filha que, também filha de fumadora, curiosamente (ou talvez não) não fuma. Porquê? Será só mérito dela?
PhotobucketNão gostaríamos de finalizar sem no entanto manifestar  que somos apologistas de cafés exclusivamente abertos ao fumo desde que por vontade expressa do proprietário, com sinalização bem evidente e com sistema de ventilação funcional e adequada que permita a hipotética permanência dos que se possam sentir incomodados com o fumo que pré-avisados só entrariam se for sua vontade. Em caso contrário vai ser muito difícil manter tradicionais grupos de amigos, as tertúlias que tanta vida dão a certos cafés e de que a França é paradigma mas que em Portugal também abundam. Do que lemos pareceu-nos que não é permitido por lei se o espaço não tiver no mínimo 100 metros quadrados para que destes sejam destinados 30 por cento aos fumadores. Penalizamo-nos se não soubemos interpretar. É ainda nosso desejo de que não nos chamem de egoístas ou de estar a puxar a brasa para o nosso cigarro mas já imaginaram se tivessem coarctado o fumo (e a aguardente) a Fernando Pessoa? Hoje teríamos a Mensagem? Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro teriam existido? A Brasileira em Lisboa teria a sua imagem na esplanada? E só falamos deste grande da Literatura Portuguesa, talvez a figura lusa mais conceituada por aqui pelo Brasil, porque não sabemos se Lobo Antunes é frequentador de cafés.

Em conclusão: como todas as leis que mexem com os hábitos do Povo, esta levantou a sua poeira mas claro que será cumprida, os portugueses entrarão rapidamente nos eixos embora ela, a Lei, possa dar azo a situações caricatas como esta na Alemanha e, atenção muita atenção, não nos admiremos que esposas venham a interpor providências cautelares ou liminares ou lá o que seja visto que os nossos conhecimentos jurídicos são escassos, para impedir o fumo em casa e o marido se veja obrigado a ir fumar o cigarrito à rua... o marido e não só.

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publicado às 17:14

Foto do Ano (2007)

por neves, aj, em 07.01.08

Povo solidário.
Não foi propriamente por ser captada no penúltimo dia do ano de 2007 (não costuma ser a última imagem a mais forte?) que a elegemos como a foto do ano antes sim pela soberba legenda: "Caminhão tombou na BR-324... moradores ajudaram a descarregar o veículo".
Haja saúde!

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publicado às 09:51

Mulheres do Sul

por neves, aj, em 06.01.08

PhotobucketSul da América do Sul atente-se, mas agora também com uma a norte, Hilary Clinton, a prender a atenção do Planeta.
E em entrada que está há meses à espera de entrar nada mais nos moveu do que fazer homenagem à Mulher que devagar mas com persistência vai ganhando o seu (devido) espaço na sociedade e a entrar em campos antes exclusiva e privilegiadamente masculinos.
Tenha-se em atenção que muito do que acontece no mundo e na nossa vida tem a sua lógica, mas não cremos que as eleições presidenciais em um dado país ou região obedeçam a essas regras matemáticas. No que acreditamos, isso sim, é que existem determinadas situações que as influenciam e não passará ao lado de ninguém que o facto de o Chile ter uma mulher na presidência teve o seu peso para a recente eleição de (mais) uma mulher para o lugar mais alto de outro país sul-americano, curiosamente paredes meias com o primeiro, a Argentina.
Temos assim que a sul deste vasto sub-continente, curiosa e fortemente colonizado pelos dois países xifópagos da Ibéria, as mulheres arregaçaram as mangas não para lavar a louça ou o chão nem coser cuecas ou meias e sim para tomarem conta dos destinos dos respectivos países ombreando mano a mano com os companheiros homens das nações vizinhas. Pela nossa parte nada a opor, antes pelo contrário, a única dúvida que nos assalta é se essa onda, que carinhosamente chamaremos de rosa, ruma a norte e se, não por lógica antes por influência, vai alastrar pela latinidade americana lembrando nós que por aqui por terras brasilenses à distância de ainda quase três anos das presidenciais (Outubro 2010) já se redigem artigos sobre hipotéticos sucessores de Lula da Silva mas no feminino: a actual Ministra-Chefe daCasa Civil da Presidência, D. Dilma Rousseff.

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publicado às 10:55

Novo Ano

por neves, aj, em 06.01.08

Velhos medos... a mesma dor...

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publicado às 05:27

A gracinha

por neves, aj, em 05.01.08

(inevitavelmente o entusiasmo levou-nos um pouco mais além da amável lembrançazinha recebida)

PhotobucketO bilhete que a acompanhava desejava-nos um Natal mais doce.
Efoi realmente mais doce.  Muito mais doce e carinhosamente quente quer pelo conforto espiritual emanado da gracinha quer, e literalmente, graças aos odores e sabores tipicamente lusitanos trazidos dentro de si e que tiveram o condão de em cada garfada ou em cada fatia, meticulosamente mastigadas, me proporcionarem a transposição atlântica.
Não só a mim, note-se bem, porque apesar de ter nascido por estas terras quentes brasilenses a minha cara-metade sente-se tão bem como peixe em água ao beber da seiva lusa principalmente se ela tiver o gosto beirão ora da Santa Comba que me viu nascer ora da Sernancelhe mais a leste onde a árvore de seus antepassados está plantada.
Tendo embarcado por mão amiga no cais da boa vontade em Lisboa lá pelo dia 10 do passado mês de Dezembro a chegada da gracinha a esta banda di cá estava prevista para uma semana depois, mas atendendo às ondas que se costumam levantar nestas alturas festivas seria de aceitar um atraso pontual de mais uns dias. Aos vinte e tal dias desse mesmo mês a ansiedade e a inquietude começaram a apoquentar-me receando eu que a gracinha tivesse submergido nas profundezas do Atlântico ou que tivesse rumado a outras paragens. Sofria em silêncio, mas entretidos como andávamos com essas coisas de Natal a minha Maria nem se apercebia desse meu nervosismo... é que eu não a tinha avisado da chegada da gracinha e queria surpreendê-la com o tão apregoado (por mim, claro)  Bolo-Rei, a tradicional iguaria doce que enfeita maravilhosamente a consoada lusitana, embora agora menos bolo porque a legalista, papista ou fundamentalista União Europeia resolveu decepá-lo de duas preciosidades nele contidas: o brinde e a fava. Fica a memória, o pensamento, porque a esse não há machado que o corte.
Por outro lado sentia-me aborrecido por saber que além-Atlântico a preocupação também estaria presente e eu ansiava pela hora de enviar a senha combinada alfa rómio chegou gracinha rómio alfa proporcionando assim a desejada satisfação à carinhosa amiga e eterna vizinha no nosso Outeirinho residente há uns anos lá pela capital e que embora não conte assim com tantas primaveras como os meus 52 anos possam sugerir fez o especial favor de transportar algumas vezes ao colo este gorducho de então, note-se bem, filho mais novo da Rosita do Outeirinho.

A gracinha atrasou-se. Não por culpa dela, entenda-se. A Ceia aconteceu. Tinha que acontecer mesmo na sua ausência. O bacalhau cozido com batatas, couve, cenoura e ovos, também cozidos e bem regados por azeite português não faltaram. Vinho do Dão a acompanhar. Um regresso às origens, ora pois, e livrem-se de me chamar saudosista. As rabanadas nem ficaram mal de todo e apartando as queimaduras provocadas pelos salpicos do óleo fervente foi gostoso estar à volta do fogão apesar do calor. Viajámos um pouco, claro. Como sobremesa refrescámos as gargantas com salada de frutas e leite creme bem fresquinho, tudo caseirinho com toque luso-brasileiro, beiro-tropical digamos assim. Quanto cortámos o Panetone, bolo de influência italiana tão tradicional por estes lados nesta quadra, o meu coração disparou e lembrei-me da gracinha. Talvez o único lamento desta noite bem passada em que também não faltaram as nozes, avelãs e passas, embora saboreada apenas a dois (a três, lembra a minha Piruças) mas em família.

No entanto 2007 ainda não tinha findado. O Ano Velho ainda tinha dias pela frente quando a campainha de casa tiniu anunciando uma visita. Minha companheira recebeu-a estupefacta porque nunca a tinha visto nem sequer ouvido falar nela. Um sorriso de orelha a orelha abriu-se na minha cara: a gracinha estava aí vivinha da silva. Um segundo Natal tinha entrado porta adentro. Alegres como putos, enfeitiçados como meninos à volta do primeiro brinquedo partimos ambos para a descoberta e quando a coroa real fez a sua aparição vi felicidade, êxtase, no rosto da minha Maria. Assim aconteceu e assim o escrevo para que conste e para que do outro lado a querida amiga entenda o tão difícil agradecimento por palavras que nos proibiu de fazer.

Mas eu contrario e agradeço. Obrigado, simplesmente. Obrigado também pelo perfume dos enchidos, curiosamente fabricados na Beira Alta, e do queijito transmontano. Quanto aos sabores, e se me é permitido, ficam comigo, connosco.

Bem haja!

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publicado às 10:34

Isto não está nada bom

por neves, aj, em 04.01.08

PhotobucketHoje, ainda não eram 7 horas da manhã quando escancarámos as janelas. Aliás como é costume. De imediato o ar fresco entrou em torrente e o abafado da noite evaporou-se num instante levando com ele, certamente, os teimosos pernilongos que escaparam à acção daquele aparelho que se liga à corrente eléctrica.
Vá lá saber-se porquê mas estes mosquitos, muito provavelmente primos bem próximos das nossas conhecidas melgas, adoram o sangue deste pobre lusitano talvez por andar carregado de glicose, sim porque não acreditamos que seja alguma acção concertada de vingançazinha contra o descendente colonizador e dizemos isto pela simples razão de sermos nós os únicos contemplados cá em casa.
Enquanto saboreávamos um café acabado de fazer dávamos graças aos deuses por podermos sentir esta brisa tão agradável no corpo quase nu (apenas uns calções, da Selecção, vestidos). De imediato pensámos que hoje não seria dia acalorado, a trovoada habitual do fim de tarde não devia aparecer e assim também os residentes nas áreas mais baixas da cidade livrar-se-iam de enxurradas. Ficámos contentes. No entanto estranhámos o comportamento da cachorra: levantou-se da cama colocada a um canto da sala, passou por nós como cão por vinha vindimada e depois de ir aliviar-se fisiologicamente no local certo (é cão, não é burro nem porco) enfiou-se no nosso quarto enroscando-se debaixo da cama onde a dona fazedora de todas as vontades ainda dormia.
Só quando chegou o segundo espirro é que entendemos que a cachorra parece que estava a avisar de algo e agora, já noite, depois de termos passado um dia pleno de arrepios e dores por todo o corpo com sensações de frio alternando com temperaturas febris, cá estamos não muito bem mas também não exageradamente mal... comme si comme ça, se nos é permitido.
Amanhã será outro dia e esperamos já estar em forma... é que temos tanta coisa para colocar no papel e há sempre algo que nos interrompe. Em conclusão parece que vamos é dar mais atenção ao comportamento desta quatro patas prancheada à janela aqui do nosso lado esquerdo, talvez começar por lhe ensinar os números para posteriormente nos fornecer a chave da Mega-Sena (o Loto).

Quem sabe?

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publicado às 20:10

Salve 2008

por neves, aj, em 03.01.08

PhotobucketLogo após recebermos esta animada imagem animada, um gif, nos interrogámos sobre o que o autor desejou transmitir.
À primeira vista pareceu-nos que a imagem foi criada para crianças dada a presença do animadíssimo Goofy, mas ela adapta-se bem aos adultos (aliás quem nos enviou é bem adulto) principalmente àqueles que admiram o mais patusco das personagens de Walt Disney, verdadeiramente tolo ou tonto com ditos espirituosos magistrais e que  na Língua Portuguesa foi superiormente traduzido para Pateta.
Até aqui tudo bem. Mas agora vem a parte da mensagem. Salve... salve de saudação ou cumprimento? Ou mesmo de boas vindas? Bom se assim for tudo muito bem e mesmo colocando dúvidas se a criança entenderá haverá sempre um pai ou um amigo que o explicará.

Mas não poderá o autor estar a pedir para que salvemos o ano na forma de o pôr a salvo, de tirá-lo do perigo, da destruição? Pode muito bem ser essa a mensagem, atendendo até a como ele, 2008, está a começar com o surgimento de problemas no Paquistão e essencialmente no Quénia onde os resultados de umas eleições (não nos interessa por ora se fiáveis ou não) estão a provocar autênticos massacres que poderão resvalar para genocídios tribais à boa (quer dizer, má) semelhança do que se passou no vizinho Ruanda há uma dezena de anos.

Pelo sim pelo não, é nosso desejo que os patetas que comandam este mundo arregacem então de imediato as mangas e que tomem as devidas providências...

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publicado às 10:52

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