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[não se pretende aqui discutir a política governamental portuguesa, contudo...]
À semelhança do que vai acontecendo em alguns municípios de Portugal, Valença [do Minho] viu ser encerrado durante a noite o seu SAP-Serviço de Atendimento Permanente [serviço médico português que foi criado para servir todos os utentes e funcionar 24 horas por dia em hospitais e centros de saúde].
Como dizemos em sub-título não pretendemos discutir a questão em si [o encerramento], questionar se a política levada a cabo pelo Ministério da Saúde é correcta, mas, à semelhança do encerramento das maternidades, tem o Povo que se interrogar em consciência se na verdade determinados serviços são estritamente necessários em determinadas zonas [se são realmente justificáveis] ou se os desejam apenas por uma questão de capricho ou de bairrismo porque o município ao lado, a quinze quilómetros, o tem. Como qualquer empresa têm também os ministérios de deitar contas à vida e num país onde agora as distâncias a percorrer já não têm a carga temporal de antigamente não pode um ministério estar a manter serviços especializados de vinte em vinte quilómetros e isto de ter um atendimento permanente aberto para de imediato transferir o utente [doente] porque falta equipamento ou pessoal especializado é apenas perda de tempo [e ganho de despesas no erário público]. Contudo não desejamos, de jeito nenhum, tirar a razão ao Povo e verdade seja dita que estamos a milhas [milhares] de distância do problema de Valença [da nossa Beira, talvez nem tanto]. 
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Onde lhe tiramos a razão e até apelidamos de idiotice chapada é por essa coisa de pegar em bandeiras de outra nação para lutar, para protestar contra uma medida política do governo de Lisboa.
Cremos muito sinceramente que D. Sancho I, o segundo rei de Portugal [que teria outorgado foral à bela Valença com o nome de Contrasta], deve estar a revolver-se no túmulo.